Gasolina tem redução média de R$ 0,17 em Fortaleza e é vendida a partir de R$ 5,19

Gasolina tem redução média de R$ 0,17 em Fortaleza e é vendida a partir de R$ 5,19 — Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Pesquisa da Agência Nacional do Petróleo e Gás consultou preços em 101 postos da capital cearense.

Uma pesquisa da Agência Nacional do Petróleo e Gás em 101 postos de combustíveis em Fortaleza aponta preços do litro da gasolina variando entre R$ 5,19 no estabelecimento mais barato e R$ 6,37 no mais caro.

O preço do diesel superou o da gasolina desde julho e atualmente varia de R$ 7,09 a R$ 7,24.

A pesquisa da ANP foi feita entre 13 e 20 de agosto e detectou os seguintes preços médio, mínimo e máximo nos postos de combustível de Fortaleza;

Etanol

  • Preço médio: R$ 4,97
  • Preço mais barato: R$ 4,57
  • Preço mais caro: R$ 5,69

Gasolina aditivada

  • Preço médio: R$ 5,64
  • Preço mais barato: R$ 5,25
  • Preço mais caro: R$ 7,49

Gasolina comum

  • Preço médio: R$ 5,41
  • Preço mais barato: R$ 5,19
  • Preço mais caro: R$ 6,37

Diesel

  • Preço médio: R$ 7,17
  • Preço mais barato: R$ 7,09
  • Preço mais caro: R$ 7,24

Redução em todo o país

De acordo com o levantamento da ANP, o preço médio do litro da gasolina caiu de R$ 5,5 para R$ 5,4, uma diminuição de 1,8%. Trata-se do menor patamar desde a semana encerrada em 6 março do ano passado (R$ 5,290). O valor máximo encontrado nos postos foi R$ 8,750.

Foi o oitavo recuo seguido do preço da gasolina, segundo a agência.

A redução dos combustíveis sente o efeito da limitação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) adotada pelos estados depois que foi sancionado o projeto que cria um teto para o imposto sobre itens como diesel, gasolina, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo.

Pelo texto, esses itens passam a ser classificados como essenciais e indispensáveis, o que impede que os estados cobrem taxa superior à alíquota geral que varia de 17% a 18%, dependendo da localidade. Até então, os combustíveis e outros bens que o projeto beneficia eram considerados supérfluos e pagavam, em alguns estados, até 30% de ICMS.

Fonte: G1 Ceará